Análise da Qualidade de Vida e Capacidade de Exercício em Idosos Fisicamente Independentes

Autores

  • Débora Rafaelli de Carvalho
  • Carolina Leite Gonçalves
  • Lais Silva Vidotto
  • Myriam Fernanda Merli
  • Josiane Marques Felcar
  • Vanessa Suziane Probst

DOI:

https://doi.org/10.17921/2176-9524.2015v7n1p%25p

Resumo

Apesar da ampla utilização dos testes de campo na avaliação da capacidade de exercício, não está claro a relação entre a qualidade de vida com os testes de capacidade máxima de exercício. O objetivo deste estudo foi verificar a associação da capacidade funcional e máxima de exercício e qualidade de vida em idosos fisicamente independentes. Foram avaliados 368 idosos por meio do teste da caminhada de seis minutos (TC6min), Incremental Shuttle Walking Test (ISWT) e pelo questionário SF-36. Os idosos foram separados em grupos: alto desempenho (AD TC6min: distância ≥ 530m) e baixo desempenho (BD TC6min: distância < 530m). Para o ISWT, o mesmo procedimento foi adotado: alto desempenho (AD ISWT: distância ≥ 550m) e baixo desempenho (BD ISWT: distância < 550m). Em relação à capacidade funcional de exercício, os idosos do AD TC6min apresentaram melhor QV em todos os domínios do SF-36 quando comparados aos idosos do BD TC6min; p<0,05. O mesmo ocorreu em relação à capacidade máxima de exercício. Observou-se correlação entre a distância percorrida no TC6min e no ISWT com o domínio capacidade funcional do SF-36 (r=0.47 e r=0.49, respectivamente; p< 0,0001 para ambas). Idosos fisicamente independentes com melhor desempenho nos testes de capacidade funcional e máxima de exercício apresentam melhor qualidade de vida quando comparados aos idosos com pior desempenho.

Downloads

Publicado

2015-10-06

Edição

Seção

Artigos